Não. Não morri não.

Ao sem número de fãs que tenho no blog (sem número é porque não tem nenhum mesmo), digo para não se desesperarem. A diarréia mental não tem fim, e particularmente quanto mais deprimido eu estou, mais coisas erradas vêm à minha cabeça. O problema é que, deprimido ou não, tem serviço pra caramba na empresa e não dá tempo nem de pensar no almoço, quanto mais em postar alguma coisa nessa bagaça. Acaba que fico pensando o quão incríveis são essas algemas que a consciência da responsabilidade nos põe e que as corporações se aproveitam, de maneira medieval, obviamente. Bom, aos zilhões de imaginopessoas que acompanham de perto a saga de policiais sem noção e jedis sem poder algum, meu recado breve: Tranqüilizem-se que vem mais coisas por aí, em um verdadeiro miasma de álibis lunáticos, que estratégicamente chamo de criatividade.
P.S.: Vi pela milionésima vez Bram Stoker’s Dracula. Para os eternos adolescentes de plantão, no mínimo o dever de refletir um bocado a respeito.
Saudações, Oberdã Camargo.

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Um comentário sobre “Não. Não morri não.

  1. Legal. Escreve mais umas besteiras aí, que a gente (as imaginopessoas) sentimos falta das tuas baboseiras sim… Abraços, Branden

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